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Museu da Memória Rondoniense reabre ao público e reforça a preservação cultural do estado

Após passar por reformas, o Museu da Memória Rondoniense (Mero) voltou a abrir as portas ao público nesta segunda-feira (28), em Porto Velho. O espaço, localizado na Avenida Dom Pedro II, n.º 608, na Praça Getúlio Vargas, Centro da capital, está disponível para visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 13h30.

A iniciativa do Governo de Rondônia tem como foco o fortalecimento do turismo, da cultura e da preservação do patrimônio histórico local. O museu abriga uma ampla coleção de acervos arqueológicos, etnográficos, iconográficos, paleontológicos, biológicos e documentais, oferecendo um panorama da riqueza cultural e histórica do estado.

Sob gestão da Fundação Cultural do Estado de Rondônia (Funcer), o Mero conta com salas para exposições permanentes e temporárias, auditório, laboratório arqueológico e o Centro de Documentação Histórica. Este centro reúne mais de 10 mil itens, incluindo jornais antigos, cartas, mapas, fotografias e negativos que retratam, entre outros marcos, a trajetória da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM).

Para o governador Marcos Rocha, a reabertura do espaço tem papel crucial na preservação da memória de Rondônia. “O Mero fortalece a cultura histórica de Rondônia, guardando registros preciosos da trajetória do estado, essenciais para pesquisa e estudo da história local, além de incentivar a valorização da história e da construção da identidade do povo rondoniense”, afirmou.

Já o presidente da Funcer, Leonildo Nery Rodrigues, ressaltou o papel do museu como símbolo da identidade cultural rondoniense. “Reabrir suas portas significa garantir que as novas gerações tenham acesso a documentos, peças arqueológicas e registros que contam a trajetória do nosso povo”, destacou.

O museu havia sido fechado no início de março para serviços de manutenção, como troca de pisos, renovação de louças sanitárias e pintura interna. As obras, realizadas em parceria com a Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos (Seosp), estão na fase final e devolvem ao edifício as cores originais de sua inauguração, em 1954.

Reprodução via internet

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