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Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após queda na cela

Advogados alegam risco à saúde e pedem que o ex-presidente cumpra pena em casa sob acompanhamento médico

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base em um episódio recente em que Bolsonaro sofreu uma queda dentro da cela na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena.

No documento protocolado nesta terça-feira (13), os advogados destacam que a queda resultou em traumatismo craniano leve e apontam uma série de desafios relacionados ao estado de saúde do ex-presidente.

Segundo a defesa, Bolsonaro enfrentaria dificuldades em se manter de pé sozinho e estaria sujeito a “quedas e eventos imprevisíveis”, o que, na avaliação deles, dificulta o cumprimento da pena em ambiente prisional sem acompanhamento médico constante ou cuidador dedicado.

Os defensores argumentam que a presença contínua de um profissional de saúde é necessária para garantir a integridade física do ex-mandatário, e por isso pedem que ele possa cumprir o restante da pena em prisão domiciliar com supervisão médica adequada.

O novo pedido ocorre no mesmo dia em que Moraes negou um recurso da defesa com o objetivo de reverter a condenação de Bolsonaro.

Já em solicitações anteriores, o ministro havia rejeitado pedidos de prisão domiciliar humanitária, afirmando que as necessidades médicas do ex-presidente poderiam ser atendidas na própria custódia, que conta com estrutura de atendimento de saúde.

A decisão final sobre o novo pedido caberá ao STF, e ainda não há previsão de quando será analisada

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