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Lula demonstra incômodo com atuação da Polícia Federal em investigação ligada ao STF

Avaliação interna do governo aponta questionamentos sobre procedimentos adotados pela corporação e forma de encaminhamento do caso

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou, nos bastidores, desconforto com a forma como a Polícia Federal conduziu apurações relacionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli no chamado Caso Master. De acordo com interlocutores, Lula teria se surpreendido com o fato de a investigação ter avançado sem autorização prévia da Corte, com base em mensagens encontradas no celular do empresário Daniel Vorcaro.

Em avaliações reservadas, o presidente considerou que a corporação não deveria ter cruzado informações naquele momento, limitando-se à produção de um relatório informativo sobre o conteúdo obtido. Também entendeu que a condução do tema deveria ocorrer de maneira institucional, por meio do Ministério da Justiça, ao qual a Polícia Federal está subordinada.

Ainda segundo relatos, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregou pessoalmente ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório com menções a Toffoli. No governo, a leitura predominante é que o material deveria ter sido encaminhado primeiro à Procuradoria-Geral da República antes de qualquer comunicação direta ao Supremo.

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