A Guarda Revolucionária Islâmica reivindicou a autoria de um ataque com mísseis contra o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e contra o quartel-general do comandante da Força Aérea israelense. Até o momento, o governo de Israel não se manifestou oficialmente sobre as alegações.
De acordo com comunicado divulgado pela agência estatal Agência de Notícias Fars, o “gabinete do primeiro-ministro criminoso do regime sionista e a sede do comandante da força aérea do regime foram atacados”.
Em meio à escalada de tensão, o chefe do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, negou qualquer possibilidade de negociação com os Estados Unidos e acusou o presidente Donald Trump de “mergulhar a região no caos com seus sonhos ilusórios”.
Segundo a Cruz Vermelha Iraniana, 555 pessoas morreram no Irã em decorrência de ataques que a entidade classificou como “terroristas EUA-Sionismo”. A organização informou ainda que 131 cidades iranianas teriam sido afetadas pelas ofensivas.
A situação permanece em desenvolvimento, com aumento das tensões militares e diplomáticas na região.


