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Justiça condena Uber a indenizar atleta PcD após corrida cancelada em Brasília

Motorista recusou atendimento ao ver passageira em cadeira de rodas; empresa deverá pagar R$ 12 mil

Atleta PcD da Seleção Brasileira, Andrea Pontes

Uma atleta da Seleção Brasileira de Paracanoagem será indenizada em R$ 12 mil por danos morais após ter uma corrida cancelada ao ser vista em cadeira de rodas em Brasília. A decisão é da Justiça do Distrito Federal.

O caso ocorreu quando Andrea Pontes solicitou uma viagem por aplicativo com destino ao Aeroporto de Brasília. Segundo o relato, o motorista cancelou a corrida ao perceber que a passageira utilizava cadeira de rodas, mesmo sendo dobrável e compatível com o veículo.

Na ação, a empresa alegou que atua apenas como intermediadora entre motoristas e passageiros e negou responsabilidade pelo ocorrido. No entanto, a Justiça entendeu que houve conduta discriminatória e falha na prestação do serviço.

Na decisão, a magistrada destacou que a recusa sem justificativa configura comportamento excludente e viola o direito à acessibilidade previsto em lei. A Uber foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais.

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