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Filho que decapitou a própria mãe em BH não tinha discernimento, confirma laudo

Perícia psiquiátrica da Polícia Civil conclui que jovem de 27 anos não entendeu o caráter ilícito do crime; ele acreditava que a vítima era um robô

Foto meramente ilustrativa

Um laudo psiquiátrico elaborado pela Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que o homem de 27 anos acusado de matar e decapitar a própria mãe não estava em plenas condições mentais no momento do crime. Ele não conseguiu compreender o caráter ilícito do que praticou, o que pode levá-lo a não ser responsabilizado criminalmente pela Justiça.

O fato ocorreu em junho deste ano, na residência da família no bairro Ermelinda, região Noroeste de Belo Horizonte. A vítima é Jussara Maria Rodrigues da Cruz, de 54 anos.

Desde a prisão do acusado, já havia indícios de transtornos mentais, ele possuía diagnóstico prévio de esquizofrenia. Agora, a avaliação oficial confirma que ele agiu sem capacidade de julgamento. Durante os exames, ele contou aos peritos que acreditava que a mãe era um robô, e que cometeu o ato para verificar o que existia dentro de seu corpo.

Vizinhos ouviram uma discussão forte entre mãe e filho e acionaram a polícia. Ao chegarem ao local, os agentes tiveram que arrombar a porta, pois o suspeito se recusou a abrir. Ele foi detido em flagrante e confessou o crime sem resistência.

A investigação segue em andamento para conclusão do inquérito. O laudo será fundamental para definir os próximos passos judiciais.

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