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Mortes em protestos no Irã chega a 544, segundo grupo de direitos humanos

Manifestações contra o governo se espalham pelo país e repressão deixa centenas de vítimas, além de milhares de detenções.

O número de mortos nas manifestações antigoverno no Irã subiu para pelo menos 544 pessoas, segundo dados divulgados por um grupo de direitos humanos que monitora os protestos no país. A maioria das vítimas teria ocorrido ao longo de cerca de duas semanas de confrontos com as forças de segurança. 

Os protestos, que se espalharam por diversas cidades do país, são considerados uma das maiores ondas de agitação social dos últimos anos. Além das mortes, mais de 10,6 mil pessoas foram detidas conforme as informações do mesmo grupo ativista. 

As autoridades iranianas chegaram a suspender o acesso à internet e às linhas telefônicas em várias regiões, dificultando o monitoramento independente dos ocorridos e a obtenção de números oficiais sobre o total de vítimas. 

Analistas dizem que os protestos cresceram não apenas por questões econômicas, mas também por frustrações com o governo vigente, embora o Irã ainda não tenha divulgado balanço oficial de feridos ou mortos nas manifestações.

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