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Último foragido se apresenta à polícia em investigação sobre denúncia de estupro coletivo no Rio

Cinco envolvidos são investigados; quatro maiores de idade já estão no Presídio de Benfica e um adolescente também é alvo de apuração.

Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Rio de Janeiro apura uma denúncia de estupro coletivo contra uma menor, que teria ocorrido em um apartamento na Zona Sul da capital. O caso envolve cinco jovens, quatro deles maiores de idade e um adolescente de 17 anos.

Segundo a investigação, a vítima teria sido levada ao imóvel por um menor de idade. A partir disso, a polícia passou a apurar a possível participação de outros envolvidos. Os nomes dos suspeitos vieram a público após a decretação de prisões preventivas.

Nesta quarta-feira (4), Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos, se apresentou na delegacia de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Ele deverá ser transferido para o Presídio de Benfica, na Zona Norte da capital, onde passará por audiência de custódia. A investigação do caso está sob responsabilidade de uma delegacia em Copacabana.

Também compareceu às autoridades Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos. Ele é filho do ex-subsecretário de Direitos Humanos José Carlos Simonin, que foi exonerado do cargo após a repercussão do caso. Vitor não concedeu entrevista. Por meio de seu advogado, negou participação nos fatos investigados e afirmou que não teve oportunidade de se manifestar antes da decretação da prisão preventiva.

Outros dois investigados, João Gabriel Xavier Bertho e Mattheus Verissimo Zoel Martins, ambos de 19 anos, já haviam se apresentado anteriormente e permanecem custodiados no Presídio de Benfica.

O adolescente de 17 anos citado na investigação também é apurado pela polícia, mas até o momento não há decisão judicial determinando sua apreensão.

A Polícia Civil informou que o caso segue em investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido e a eventual responsabilidade individual de cada um dos envolvidos. A defesa dos suspeitos sustenta que os fatos ainda precisam ser esclarecidos e reforça o direito à presunção de inocência.

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