O ex-vereador de Brumadinho (MG), Guilherme Augusto Braga Morais, tem sido alvo de uma série de denúncias e episódios polêmicos ao longo de sua trajetória política, envolvendo acusações de natureza criminal, ética e eleitoral.
Denúncia de assédio e renúncia ao cargo.
Em março de 2023, o então vereador renunciou ao mandato durante uma sessão da Câmara Municipal, no momento em que seriam analisadas denúncias contra ele.
Entre elas, estava uma acusação de assédio sexual contra um adolescente de 17 anos, que gerou forte repercussão e tumulto durante a reunião legislativa.
A denúncia acabou sendo arquivada sem análise de mérito, justamente em razão da renúncia apresentada pelo parlamentar na mesma sessão.
Suspeita de tentativa de homicídio.
O ex-vereador também foi preso sob suspeita de efetuar disparos contra um homem, em um caso ocorrido nas proximidades de uma escola na cidade.
O episódio reforçou a exposição negativa do político, ampliando o desgaste de sua imagem pública.
Acusações de estelionato e quebra de decoro.
Alem das denúncias de assédio, também foram protocoladas acusações de:
Estelionato, quebra de decoro parlamentar.
Essas denúncias foram apresentadas antes da renúncia e poderiam levar à cassação do mandato.
Suspeita de fraude documental:
Em 2024, durante tentativa de candidatura à prefeitura de Brumadinho, surgiram acusações ainda mais graves.
Segundo denúncias, documentos apresentados à Justiça Eleitoral teriam sido manipulados ou falsificados, incluindo:
Alteração de datas, uso de selos supostamente falsos, apresentação de documentos inexistentes em registros oficiais.
O caso levou à impugnação da candidatura e posterior desistência da disputa eleitoral.
Defesa alega perseguição política.
Em manifestações públicas, Guilherme Morais nega irregularidades e afirma ser alvo de perseguição política, argumentando que as acusações fazem parte de disputas locais de poder.
