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Lei seca mais severa? Beber e dirigir pode custar R$ 30 mil e suspensão de CNH por 10 anos

Projeto quer aumentar multa para motorista embriagado que causar acidente com morte

Imagem meramente ilustrativa, gerada por ia

Um Projeto de Lei que tramita na Câmara dos Deputados propõe o endurecimento das punições para motoristas que dirigirem sob efeito de álcool e se envolverem em acidentes. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e prevê multas mais altas, além de suspensão prolongada do direito de dirigir.

Pelo texto, caso o condutor embriagado provoque um acidente com morte, ele poderá ser penalizado com uma multa equivalente a 100 vezes o valor de uma infração gravíssima — atualmente em R$ 293,47 — chegando a R$ 29.347. Além disso, poderá ficar proibido de dirigir por até 10 anos.

Nos casos em que a vítima sobreviver, mas ficar com invalidez permanente, a multa prevista é de 50 vezes o valor da infração gravíssima, além da suspensão da carteira de habilitação por cinco anos.

O projeto também estabelece que o motorista deverá arcar com os custos hospitalares da vítima e pagar uma indenização adicional de até dez vezes o valor da multa gravíssima durante o período em que a pessoa estiver impossibilitada de trabalhar.

Se o responsável não tiver patrimônio suficiente, o texto prevê o pagamento de uma pensão equivalente a 30% de seus rendimentos previdenciários.

A proposta ainda será analisada pela Comissão de Viação e Transportes antes de avançar na Câmara.

O tema ganha ainda mais relevância diante de dados recentes: durante o feriado de Tiradentes, a Polícia Rodoviária Federal registrou 168 autuações por embriaguez ao volante em Minas Gerais, reforçando o alerta sobre os riscos da combinação entre álcool e direção.

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