Uma nova revelação envolvendo o caso de Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, chamou atenção nos últimos dias. Uma das mulheres enganadas pela suspeita chegou a tatuar no próprio pulso o nome falso utilizado por ela durante um dos golpes.
Segundo relatos, Amanda se apresentava como “Emily”, uma suposta adolescente de 13 anos que dizia enfrentar um tratamento contra leucemia. A história sensibilizou integrantes de um grupo religioso do Paraná, onde ela conquistou a confiança de diversas pessoas durante a pandemia.
Uma das vítimas criou um forte vínculo emocional com a falsa adolescente ao longo de cerca de dez meses de convivência virtual. Convencida de que estava apoiando uma jovem em situação delicada, a mulher decidiu homenageá-la tatuando o nome “Emily” ao lado dos nomes de seus próprios filhos.
De acordo com informações divulgadas pela advogada que representa algumas vítimas, Amanda utilizava filtros, ambientes escuros durante videochamadas e até uma voz infantilizada para reforçar a imagem de adolescente. As estratégias ajudaram a sustentar a falsa identidade por meses.
O episódio é mais um dos detalhes revelados após a prisão de Amanda, que ganhou repercussão nacional ao ser acusada de utilizar diferentes identidades e histórias para se aproximar de pessoas e conquistar sua confiança.


