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Perícia descarta abuso sexual e aponta asfixia na morte de bebê de 10 meses

Laudos da Pefoce apontam que a criança de 10 meses morreu por asfixia mecânica indireta; Polícia Civil agora investiga o caso como homicídio culposo.

Foto: Reprodução

Os exames periciais realizados no caso da bebê de 10 meses encontrada morta em Fortaleza mudaram os rumos da investigação. A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) concluiu que a criança não foi vítima de violência sexual, como se suspeitava inicialmente, e apontou que a causa da morte foi asfixia mecânica indireta.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), os laudos não identificaram vestígios de sêmen nem material genético dos dois homens que haviam sido presos em flagrante. O exame sexológico também afastou qualquer indício de abuso, enquanto as análises toxicológicas descartaram a presença de álcool e outras drogas no organismo da vítima.

Com os novos resultados, a Polícia Civil deixou de investigar o caso como estupro e passou a tratá-lo como homicídio culposo. A mudança ocorreu após a conclusão das perícias e das diligências conduzidas pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa).

As conclusões dos peritos também coincidem com a versão apresentada pela mãe da bebê. Em depoimento, ela titulo, afirmou que encontrou um primo do namorado deitado sobre a criança, cenário que agora é considerado compatível com a causa da morte apontada pelos exames.

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