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Justiça condena homem que matou motorista de ônibus após recusa de parada em São Paulo

Gabriel Moraes da Silva foi baleado na cabeça depois de se negar a parar o coletivo fora do ponto; autor recebeu pena de 16 anos e 11 meses de prisão.

Mais de um ano após o assassinato do motorista de ônibus Gabriel Moraes da Silva, a Justiça condenou o autor do crime a 16 anos e 11 meses de prisão. A sentença foi proferida pelo Tribunal do Júri nesta terça-feira (4).

Gabriel foi morto em julho de 2024, na zona leste de São Paulo, depois de se recusar a parar o ônibus fora de um ponto de embarque e desembarque. Irritado com a situação, o passageiro Luis Gonzaga Estevam Barbosa atirou na cabeça do motorista.

Ao analisar o caso, os jurados reconheceram que o homicídio foi cometido por motivo fútil e de forma que impediu qualquer possibilidade de defesa da vítima. A decisão também levou em consideração o risco provocado aos demais passageiros que estavam no coletivo no momento do disparo.

Após o crime, a SPTrans divulgou uma nota lamentando o assassinato e informou que prestaria apoio às investigações. Na ocasião, a empresa classificou o episódio como um “injustificável ato de violência”.

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