A prisão do advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa e de Kathellen Moreira, madrasta de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, marcou um novo desdobramento das investigações sobre a morte da criança, encontrada na última segunda-feira (3), em Palmas (TO). Os dois foram presos na quarta-feira (6).
Segundo a Polícia Civil do Tocantins, as apurações indicam que Gustavo morreu ainda na noite de domingo (2). A principal linha investigativa aponta que o pai teria tentado criar uma versão para fazer a morte parecer resultado de um afogamento, na tentativa de afastar suspeitas sobre o crime.
De acordo com o delegado Eduardo Menezes, o advogado permaneceu por várias horas elaborando essa narrativa antes de comunicar o caso às autoridades. A investigação busca esclarecer toda a dinâmica dos fatos.
A certidão de óbito aponta que Gustavo morreu em decorrência de choque hemorrágico e neurogênico, hemorragia interna, laceração intestinal (reto) e violência sexual.


