João Munhoz Neto, de 34 anos, não permanecerá mais detido enquanto o caso envolvendo a morte de Isabelle Caracristi, de 22 anos, é apurado. A decisão da Justiça de Fortaleza determinou que ele passe a ser acompanhado por monitoramento eletrônico e siga outras regras determinadas pelo Judiciário.
O homem havia sido preso em 22 de setembro. A apuração considera suspeitas de violência psicológica e induzimento ao suicídio.
Isabelle foi encontrada sem vida em 13 de setembro, no condomínio em que residia. Depois do ocorrido, investigadores também passaram a analisar a movimentação relacionada ao imóvel.
De acordo com informações reunidas no caso, o apartamento foi submetido a uma limpeza no dia seguinte e acabou anunciado para venda apenas 48 horas depois da morte da jovem.


