O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou, na noite desta segunda-feira (2), a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2026. Sem citar nomes, cobrou imparcialidade da Justiça Eleitoral. “De quem está na condução do órgão que organiza o pleito espera-se a postura de árbitro equidistante que a Constituição pressupõe”, afirmou.
Para o decano da Corte, “silêncios e hesitações não são neutros”. Ele reconheceu, porém, que “desta vez, a colegialidade cumpriu seu papel”, em referência à atuação conjunta dos ministros do TSE, e ponderou que a solidez do processo eleitoral “não pode depender apenas da força do colegiado”.

